Caso de cliente · Serviços financeiros
Banco coloca campanhas no ar até 5x mais rápido.
O marketing ganhou autonomia para publicar campanhas, o jurídico passou a aprovar dentro do fluxo e a camada pública seguiu isolada da infraestrutura que protege os indicadores que o mercado acompanha.
O desafio
Um banco tradicional, com décadas de operação no país, mantinha no portal institucional os indicadores que o mercado acompanha diariamente. Uma alteração indevida nessas páginas teria custo imediato de credibilidade. A resposta da instituição era proteção em camadas: infraestrutura em servidores internos, firewall, protocolos rígidos e nenhuma autonomia fora da TI.
A proteção resolvia o risco e travava a operação. Publicar uma campanha atravessava três departamentos em série:
- 1.Marketing cria a campanha e redige as páginas.
- 2.Jurídico revisa o texto e devolve com ressalvas por e-mail.
- 3.Marketing ajusta e encaminha o material aprovado à TI.
- 4.TI produz a página na fila de demandas de tecnologia.
- 5.Jurídico confere se a página produzida corresponde ao aprovado.
- 6.Marketing recebe o aval e aciona a TI outra vez.
- 7.TI publica.
Ciclo médio: quatro a cinco semanas entre a ideia e o ar.
O custo era concreto. O marketing acompanhava os links patrocinados dos concorrentes e via a promoção que pedia resposta na mesma semana; com cinco semanas de ciclo, a resposta chegava quando a promoção do concorrente já tinha cumprido o papel. E, com milhões investidos em mídia paga, uma landing page sem conversão seguia consumindo verba enquanto o ajuste esperava a fila da tecnologia.
A solução
O projeto redesenhou o fluxo de publicação em três frentes:
- Camada pública isolada. O ambiente de publicação opera fora da infraestrutura interna, atrás das mesmas camadas de proteção, firewall e protocolos. O que o público vê não toca o que o banco processa.
- Editor visual sobre componentes homologados. O marketing monta as próprias páginas com blocos aprovados pela instituição: tipografia, grade, componentes e limites definidos. Autonomia sem improviso.
- Fluxo de aprovação com trilha. O jurídico recebe o aviso no ato, anota ressalvas na própria página e aprova. A aprovação registra autor, versão e data, e dispara a publicação.
O jurídico não saiu do fluxo. Saiu o transporte entre departamentos.
O ciclo entregue
- Marketing
Monta a própria página no editor visual, sobre componentes homologados. Sem fila de tecnologia.
- Jurídico
Recebe o aviso no ato e anota ressalvas na própria página. O ajuste volta pelo mesmo caminho.
- Jurídico
Aprova. A aprovação registra autor, versão e data.
- Publicação
A página entra no ar no ato da aprovação, na camada pública isolada da infraestrutura.
A campanha vai ao ar no mesmo fluxo em que nasce.
Os resultados
1semana
de ciclo de publicação, contra as quatro a cinco anteriores.
4passos
no fluxo novo, contra sete etapas atravessando três departamentos.
0incidentes
na camada pública em toda a operação, com tentativas recorrentes de invasão.
A campanha de combate passou a existir: a resposta chega enquanto a promoção do concorrente ainda está no ar. A landing page sem conversão deixou de queimar verba na fila. E a TI saiu da rotina de campanha, de volta ao que só ela faz: infraestrutura, segurança e evolução da plataforma.
Um detalhe deste caso: inteligência artificial não entra em nenhum ponto do desenho, e essa é parte da lição. O problema era fluxo, autonomia e trilha; automação e desenho de processo resolveram, com menos partes móveis e custo menor. Onde regra e fluxo bastam, regra e fluxo custam menos. Definir onde cada tecnologia entra é o primeiro entregável do diagnóstico.
Um desenho como esse começa por uma conversa sobre a operação.
Conversa inicial com a Nera. A leitura dessa conversa indica qual recorte da operação faz sentido iniciar e por qual pilar.
Atendimento por agente de IA. Resposta em segundos.